
Estes, diferente das alegrias, são como uma fogueira que usamos para nos livrarmos do frio, conseqüentemente para que nos sintamos melhores; contudo, se demais nos aproximarmos das chamas, estas acabarão nos queimando, e seria preferível o mais intenso dos frios, do que as queimaduras redundantes de uma desmedida aproximação das chamas.
3 comentários:
Elente blog com varias postagens interessantes.
Ta show de bola.
parabens
visite-nos
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[i]MUITO OBRIGADO PELA VISITA.[/i]
Cara, que comparação simples e eficiente, hein?! Pensando bem, o prazer mesmo não é a fogueira, ou a comida e a bebida, ou os relacionamentos ou as diversões; o prazer consiste na maneira equilibrada e responsável de interagirmos com todos esses elementos que estão à nossa disposição. A partir do momento em que todas essas coisas potencialmente capazes de proporcionar prazer começam a ser abusadas, tornando-se prejudiciaias, deixam de ser prazeres e passam a ser ilusão. E quase toda ilusão precede uma desilusão.
J.W.
bela analogia!
aUEHUAheuhAEUHAuehuHEHA mas pior que é assim mesmo, aquela velha máxima, tudo que é demais é sobra...
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esse aqui é no ponto!
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