domingo, 11 de janeiro de 2009

Sobre os prazeres


Estes, diferente das alegrias, são como uma fogueira que usamos para nos livrarmos do frio, conseqüentemente para que nos sintamos melhores; contudo, se demais nos aproximarmos das chamas, estas acabarão nos queimando, e seria preferível o mais intenso dos frios, do que as queimaduras redundantes de uma desmedida aproximação das chamas.

3 comentários:

Whatyla disse...

Elente blog com varias postagens interessantes.
Ta show de bola.
parabens

visite-nos

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Janes William disse...

Cara, que comparação simples e eficiente, hein?! Pensando bem, o prazer mesmo não é a fogueira, ou a comida e a bebida, ou os relacionamentos ou as diversões; o prazer consiste na maneira equilibrada e responsável de interagirmos com todos esses elementos que estão à nossa disposição. A partir do momento em que todas essas coisas potencialmente capazes de proporcionar prazer começam a ser abusadas, tornando-se prejudiciaias, deixam de ser prazeres e passam a ser ilusão. E quase toda ilusão precede uma desilusão.
J.W.

Móó legal disse...

bela analogia!
aUEHUAheuhAEUHAuehuHEHA mas pior que é assim mesmo, aquela velha máxima, tudo que é demais é sobra...

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www.moolegal.wordpress.com
esse aqui é no ponto!